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Início Estaleiro Jurong de Aracruz negocia contrato com a Petrobras para gerar 3 mil empregos!

Estaleiro Jurong de Aracruz negocia contrato com a Petrobras para gerar 3 mil empregos!

2 de abril de 2024 às 18:02
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Estaleiro Jurong de Aracruz - vagas de emprego - Petrobras
Foto: Divulgação

O Estaleiro Jurong Aracruz deseja assinar um acordo com a Petrobras para a construção de duas embarcações. A expectativa é que mais de 3 mil empregos sejam gerados e beneficie a construção naval brasileira.

A Seatrium, que opera o Estaleiro Jurong Aracruz, está perto de assinar um contrato com a Petrobras para construir dois navios-plataformas que serão instalados nos campos de Atapu e Sépia, ambos localizados no pré-sal da Bacia de Santos. A iniciativa promete gerar mais de 3 mil novos empregos.

O Estaleiro Jurong Aracruz não se manifestou oficialmente até o fechamento da edição com a Petrobras, contudo, empresários do setor confirmam que a negociação existe e já se mostram animados com a perspectiva do negócio, estimando que poderão ser criados até 3 mil empregos no Estado.

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Segundo o consultor empresarial Durval Vieira de Fretas, é uma grande notícia para o Estado, e a expectativa é que as negociações se concluam logo. A Jurong possui 3 mil funcionários, então poderia até dobrar a equipe. Provavelmente a base será feita em Singapura e aqui seria completada. Não há garantia, contudo, de que as duas viriam para o estaleiro, visto que uma poderia ser em Aracruz e a outra em Angra dos Reis.

Estaleiro Jurong Aracruz e Petrobras

Já Fausto Frizzera, membro do conselho do Centro Capixaba de Desenvolvimento Metalmecânico (CDMEC), salienta que parte dessas contratações seria oriunda de fornecedores diretos. E também concordou que a tendência é que o casco venha com a carcaça pronta de Singapura ou de outro fornecedor.

A Petrobras começou as conversas com a Seatrium após a retirada de outra concorrente na licitação. A China Offshore Oil Engineering Corporation (COOEC) estava competindo pelos contratos, contudo, se viu impedida a desistir do negócio, que envolve a construção dos módulos das suas plataformas.

Navios da Petrobras reduzirão 30% das emissões por barril de óleo

As futuras plataformas P-84 (Atapu) e P-85 (Sépia) fabricadas no Estaleiro Jurong Aracruz terão, cada uma, capacidade diária de produção de 225 mil barris de óleo e processamento de milhões de metros cúbicos de gás.

A previsão é de que a produção tenha início em 2028, gerando milhares de empregos. O projeto ganha destaque pela sua projeção de redução de 30% na intensidade das emissões de gases de efeito estufa por barril de óleo equivalente produzido.

O objetivo da negociação da Petrobras com a Seatrium é a construção dos navios-plataformas (FPSOs) P-84 e P-85. Essas embarcações, construídas no Estaleiro Jurong Aracruz, serão estrategicamente instaladas nos campos de Atapu e Sépia, respectivamente, ambos situados no pré-sal da Bacia de Santos.

A Seatrium, no Brasil, opera os estaleiros BrasFELS, em Angra dos Reis (Rio de Janeiro), e Jurong Aracruz, no Espírito Santo, o que significa que pelo menos um dos navios pode ser construído em Aracruz.

Outro navio construído no Estaleiro Jurong Aracruz

Além de negociações com a Petrobras, a Marinha do Brasil celebrou recentemente um marco histórico com a cerimônia de batimento de quilha do primeiro navio polar desenvolvido em território brasileiro.

O evento, que simboliza o começo oficial da construção da embarcação, teve lugar no Estaleiro Jurong Aracruz e contou com a presença do ministro da Defesa, José Múcio Monteiro. Com um orçamento de cerca de 692 milhões de reais, o navio polar Almirante Saldanha será a joia da frota polar brasileira, projetado para substituir uma das duas embarcações do mesmo tipo atualmente em atividade. 

A estimativa é que o navio entre em atividade no mês de outubro de 2025. Segundo informações da Marinha do Brasil, a embarcação será equipada com uma das mais avançadas tecnologias quebra-gelo do mundo. Esta capacidade permitirá que o navio rompa camadas glaciais com até um metro de espessura, mesmo aquelas formadas em menos de um ano.

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