Medidas para manter EAS em funcionando, depende de liberações bancarias para início de construções.
Estaleiro Atlântico Sul (EAS) situado na cidade de Ipojuca no estado de Pernambuco, ameaça fechar as portas em junho de 2019. Em iniciativa esperançosa para reavivar o mercado de trabalho e o estaleiro, foi assinado dois memorandos de entendimento que podem possibilitar uma sobrevivência de mais dois anos a empresa.
De acordo com o presidente do estaleiro, Sr. Harro Burman, um dos memorandos foi acordado com uma empresa que pertence a Maersk, a Aliança, para construção de dois navios contêineres e a outra empresa que fez o acordo não foi revelada pelo executivo “por questões contratuais”, no entanto ele ainda adianta que a companhia é nacional e está interessada em encomendar dois navios de cabotagem.
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Para que esses negócios sigam adiante dependem de uma inteligência financeira, que envolve um subsidio do Fundo da Marinha Mercante (FMM) na Agencia Brasileira Gestora de Fundos vinculada ao Ministério do Planejamento. A fonte de recurso para este aporte está em discussão o FMM não possui aprovação legal para dispor dos recursos para o Fundo Garantidor de Infraestrutura (FGIE) que pertence a agencia, de acordo como Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil.
Para a construção dos 4 navios a agencia entraria como um assegurador de um financiamento concedido a curto prazo pelo banco Credit Suisse ao EAS, assim a empresa teria um folego a mais para esta empreitada. O estaleiro no final do ano passado tinha uma dívida de R$1,9 bilhão sendo que R$500 milhões com vencimento no curto prazo, com isso o caixa era de R$103,5 milhões.
De acordo com Burman, a agencia poderá garantir entre 50% e 80% do empréstimo junto a ABGF que avalia a possibilidade de oferecer garantias a empréstimos para a construção de navios no país. O excedente ficaria a cargo dos acionistas da empresa, os grupos Queiroz Galvão e Camargo Correia ambas em reestruturação financeira.
Com a justificativa de que as empresas não têm contrato de demanda com a Petrobras, o BNDES não tem financiado encomendas de navios. Com este cenário o EAS entrou recentemente em conversas com o Banco do Nordeste (BNB) para tentar desprender o crédito do setor.
No momento a única encomenda da empresa é de 3 navios da série Aframax, que só garante suas operações até meados do ano que vem (2019). O estaleiro Atlântico Sul, acumula perda de R$1,3 bilhão isso somente no ano passado tendo um prejuízo de R$466 milhões, o resultado foi negativamente afetado por uma provisão de quase R$ 400 milhões.
Em meio a todas essas questões o momento é de aguardar o resultado positivo, para que o acordo saia do papel e siga a diante gerando mais empregos.
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