Empresas do Comperj querem trazer mão de obra de fora: Vejam o vídeo do sindicato

Empresas do Comperj querem trazer mão de obra de fora Vejam o vídeo do sindicato

Além disso, o representante da Sintramon denuncia esquemas de venda de vagas para as obras do Comperj e promete manifestações os empregos não forem para os moradores da região

O Comperj e as obras da UPGN mais uma vez são alvo de polêmicas poucos meses da retomada do empreendimento. Rogério Assunção, representante do Sintramon na base física de Itaboraí, solta o verbo em público e fala situações que estão acontecendo que são no mínimo alarmantes a respeito das contratações. Infelizmente não é sensacionalismo e pode ser a razão pela qual há tanta demora para o inicio das obras, pelo meno na parte civil do canteiro neste primeiro momento. Entendam a seguir.

Após mensagens passadas pelo Whatsapp, muitas pessoas, a maioria dela de Itaboraí, chegaram na porta do sindicato de madrugada este semana pensando que o “fichamento” iria começar de fato, mais uma vez, foi especulação. No começo da manhã já havia uma aglomeração enorme de pessoas na rua, Rogério foi obrigado a sair de dentro do sindicato  para informar o ocorrido e dar um respaldo da realidade do que está acontecendo exaltadamente.

Vagas do Comperj

O Sintramon conseguiu através de convenção coletiva que as contratações e o recebimento dos currículos aconteçam através deles, na verdade já está havendo uma conversa entre o presidente, as empresas e parlamentares  da cidade a respeito da melhor forma de gerenciar estas contratações. Ele também ressalta que a pior parte, que foi a assinatura do contrato entre a Petrobras e a chinesa Keuri, já foi assinado e que agora eles estão enfrentando um outro dilema: A(s) empresa que irão atuar no Comperj estão com  obras em fase de término em outras cidades/estados e querem trazer o trabalhadores deles para Itaboraí, isso evitaria custos operacionais, encargos sociais e gastos com recrutamento e seleção. O Sintramon colocou pressão e através de convenção coletiva, aparentemente informa que serão eles que receberão os currículos, mesmo assim, Rogério diz que eles não estão satisfeitos e devem recorrer para inverter esta situação.

A Shidoung Keuri está associado a Método Potencial, que era a antiga CPE que trabalhou nas primeiras obras do Comperj, que já seria um fator eliminatório, já que a “CPE” já tem um contingente operacional pronto e colocariam trabalhadores “deles” para as obras. Á até mesmo denúncias que a empresa alugou uma casa para hospedagem de pessoas, que está casa é de “um amigo do prefeito”, coincidência, não? Assistam o vídeo completo logo abaixo:

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Paulo Nogueira
Formado em Eletrotécnica e entusiasta do setor de tecnologia, já atuei em empresas do ramo de energia, óleo e gás como técnico de operações, Pressure Downrole Gauge Operator e em plataformas de completação do Brasil e exterior