500 vagas de emprego no Rio de Janeiro para trabalhar na nova fábrica de papel da Carta Fabril, dona das marcas Cotton e Looney Tunes
Na contramão da crise, a Carta Fabril, dona de marcas como Cotton, de papel higiênico; Coquetel, de toalhas e guardanapos; e Looney Tunes, de fraldas descartáveis, vai expandir sua fábrica em Piraí, no Sul do Estado do Rio e gerar 500 vagas de emprego. Aproveita e se inscreva, Vagas de emprego IMEDIATAS para projeto de manutenção onshore e offshore das plataformas Merluza e Mexilhão da Petrobras, neste dia 25 de fevereiro
Leia também
- 600 vagas de emprego em Macaé para trabalhar embarcado, demanda candidatos de ensino fundamental e médio nas áreas de manutenção, hoje 25 de fevereiro
- 120 vagas de emprego para brasileiros no RJ,SP, PR e México na Quality Nextech, a empresa com 1.300 funcionários e listada na Bovespa
- Multinacional Subsea 7 convoca para vagas offshore no Rio de Janeiro profissionais de ensino médio e superior
Para a nova fábrica, que será inaugurada dentro de três anos foi feito um investimento de R$350 milhões. A unidade terá capacidade de produção de 5 mil toneladas de papel por mês.
A decisão de ampliar a fábrica está ligada ao aumento das vendas de produtos de limpeza e higiene em 2020, com as famílias passando mais tempo em casa por causa da pandemia. No ano passado, a companhia registrou aumento de 14% no faturamento, que superou R$ 1 bilhão.
-
Chamado de “material do futuro”, o “bambu engenheirado” que a China criou desmonta a planta até a fibra e a reconstrói tão resistente que chega a “superar o aço”, e promete virar um substituto da madeira mais barato e sustentável na construção
-
Chamado de “novo Nilo”, o megaprojeto que o Egito acaba de inaugurar cava um “rio artificial” de 170 km no deserto para transformar 9 mil km² de areia em lavoura, mas o “milagre” depende de uma água que, segundo especialistas, pode estar acabando
-
Eni compra 25% de projeto de lítio no Chile, prevê investir até US$ 225 milhões e aposta em sistema que tenta retirar o mineral sem espalhar salmoura por grandes lagoas no deserto
-
Sem conseguir uma hipoteca por ser autônoma, uma mãe solo “driblou” o aluguel e o financiamento, projetou a própria casa flutuante e montou por dentro um barco de 20 metros: hoje mora “fora da rede” num canal da Inglaterra com os dois filhos e painéis solares
“Com a pandemia, tivemos nossas margens pressionadas do lado do insumo, pela alta do dólar e do preço da celulose no mercado internacional”, disse Victor Coutinho, presidente da Carta Fabril. ” De outro lado, a Covid impulsionou o mercado de higiene pessoal. É um setor no país em que os produtos que fabricamos, de alta qualidade, ainda são usados por uma pequena parcela da população. Com ganho de renda, o consumo avança. Atuamos enxergando o crescimento no longo prazo”, conclui o executivo.
Sobre as fábricas de papel da Casa Fabril
A expansão da fábrica fluminense vai gerar 500 vagas de emprego diretos. Atualmente, são 780. A empresa, que nasceu em 1990 com uma fábrica em São Gonçalo, tem hoje duas unidades de produção.
A fábrica de Piraí produz as linhas de cuidados pessoais e infantis, com itens como fraldas descartáveis, absorventes e papel higiênico. Já a outra unidade, em Anápolis, Goiás, produz itens de cuidados para a família e também funciona como base para a produção de papel da Carta Fabril.
“Hoje, recebemos as bobinas de papel de Anápolis para fazer a conversão em produtos. Com a produção de papel, passaremos a usar biomassa no processo de secagem. E isso tem um efeito multiplicador de renda para a região, porque vamos precisar de cinco mil toneladas de cavaco de eucalipto por mês para fazer isso. Também vamos contratar transportadoras e motoristas na logística”, destaca o executivo
Executivos da Carta Fabril se reuniram com representantes do governo do Estado do Rio esta semana para apresentar o projeto.
“Esta expansão vai reforçar o desenvolvimento econômico e social do Sul Fluminense, gerando mais emprego e renda para Piraí e seu entorno. Além disso, vai refletir na ampliação e qualificação da cadeia produtiva e de fornecedores regionais”, destacou o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Leonardo Soares.
