Chevrolet, Honda, Volkswagen, Fiat, Toyota, Nissan e Peugeot: conheça os melhores carros PCD para comprar com o novo limite de preço de R$ 140 mil

Flavia Marinho
por
-
16-06-2021 10:10:57
em Indústria e Construção Civil
Volkswagen - Chrevrolet - Honda - Fiat - Toyota - Nissan - Peugeot - preço - etanol - pcd - carros pcd Os melhores carros PCD 2021 / Imagem: Divulgação Google

Um novo limite no valor de R$140 mil para a compra de carros PCD já foi aprovado pela Câmara dos Deputados e as multinacionais Chevrolet, Honda, Volkswagen, Fiat, Toyota, Nissan e Peugeot estão na disputa dos melhores na categoria

Um novo limite no valor de R$140 mil para a compra de carros PCD (Pessoas com Deficiência) já foi aprovado pela Câmara dos Deputados, e, agora, só falta o Senado validar a nova regra. O novo limite muda a perspectiva de quem busca um modelo do tipo, uma vez que o antigo limite de preço de R$ 70 mil acabou com qualquer opção do consumidor no mercado. Confira, abaixo, os melhores carros na categoria da Chevrolet, Honda, Volkswagen, Fiat, Toyota, Nissan e Peugeot para comprar com o novo limite de preço.

Leia também

Apesar do novo limite de R$140 mil, não espere por versões top de linha, uma vez que a faixa mais barata dos carros devem ser na faixa de R$ 90 a R$ 100 mil. Se antes era difícil encontrar sequer um hatch automático por esse valor, os fabricantes devem oferecer modelos um pouco mais equipados, o que encarece o preço dos veículos.

Os carro Toyota Corolla Cross ou do Jeep Compass renovado podem entrar nos lançamentos, que ficam na faixa de R$ 140 mil a R$ 150 mil. Já outros carros não entraram por terem reestilizações programadas, sendo os casos do Yaris e o Hyundai HB20, que só não estão na lista por ter levado bomba no crash test do Latin NCAP.

Confira, abaixo, as 10 melhores opções de carros zero km para PCD com valores entre R$ 90 mil e R$ 140 mil, da multinacionais Chevrolet, Honda, Volkswagen, Fiat, Toyota, Nissan e Peugeot

Chevrolet Onix Plus: Segundo o Autoesporte, o sedã compacto pode ser uma melhor opção que o Onix quando o assunto é espaço para bagagens. São 476 litros, contra 275 l do hatchback. O Onix Plus tem um bom conjunto de motor e câmbio, além de fazer 11,3 km/l de média com etanol. A direção elétrica é suficientemente macia e encontrar uma boa posição de direção é fácil. O conta com a Premier, que reúne Wi-Fi, sensor de ponto cego e assistente de baliza automática em um só pacote. Mas, se prepare, pois o valor do carro sai a R$ 95.590.

Chevrolet Spin: a Chevrolet Spin está desatualizada em quesitos como plataforma, itens de segurança avançados e motorização. Porém, a van tem suas vantagens para o público PCD. Dentre elas, está a possibilidade de acomodar facilmente cadeiras de roda e outros auxílios, sem contar a capacidade para levar sete pessoas, o que torna um diferencial na faixa de preço da versão Premier (R$ 104.890). O carro conta, também, com ar-condicionado, central multimídia e câmera de ré, somados aos recém-adicionados controles de estabilidade e de tração. O consumo médio de 9 km/l de etanol é condizente. O acesso lembra um pouco o de um SUV, algo explicado pelo assento do motorista elevado. A direção é mais macia do que nos VW.

Chevrolet Tracker: Com preços muito maiores, o Premier 1.2 turbo sai por R$ 133.290, valor que não diminui muito no 1.0 (R$ 124.590). Ele faz 9,7 km/l de média com etanol. O espaço interno é um pouco maior que o do hatch, e conta com uma direção razoavelmente leve. Os itens de série repetem os oferecidos por Onix e Onix Plus Premier.

Fiat Toro: Mesmo sendo uma picape média-pequena, a nova Toro ainda vai exigir um pouco mais de ginástica para subir, sendo talvez um problema para quem possui problema de locomoção. Este modelo da Fiat se enquadra no limite de R$ 140 mil (R$ 131.890), com opção do pacote Conforto Plus (R$ 7 mil), que lhe garante frenagem automática, assistente de saída de faixa, sensores de estacionamento dianteiros, comutador de farol alto automático, bancos revestidos de couro e carregador de celular por indução. A picape da Fiat faz 8,7 km/l de média com etanol. O problema desse tipo de veículo é na hora de manobrar. São 12,2 metros de diâmetro de giro, ou seja, você terá que se esforçar no dia a dia.

Honda Fit: Indicar o Fit na véspera da chegada do novo City hatchback é um contrassenso em outras situações, mas é explicável pela versatilidade do hatch/monovolume. O modelo tem uma praticidade interna que não será repetida pelo seu sucessor. Os bancos traseiros têm assentos, que podem ser rebatidos para cima e abrir um espaço digno dos melhores porta-malas. O acesso é facilitado pelas portas de boa abertura. O 1.5 (116 cv) o leva aos 100 km/h em coerentes 10,9 s e encanta pelo consumo médio de 11,2 km/l. A melhor escolha é a versão EXL (R$ 99.500). Somente ela traz seis airbags de série e faróis de LED, além de ar-condicionado digital e central multimídia. E a direção é talvez a mais assistida dessa lista, sendo superleve em baixas velocidades.

Nissan Kicks: O utilitário facelift aposta em uma grade maior, faróis afilados de LED e uma traseira ligeiramente retocada. O SUV é um dos mais baratos do segmento. A direção bem calibrada ajuda no cotidiano e a média de consumo é de 9 km/l de etanol. O Autoesporte indica o Exclusive Pack Tech (R$ 125.790), que tem preço elevado para um utilitário compacto aspirado, mas que compensa pelo pacote com alerta de colisão, assistente de mudança de faixa, sensor de ponto cego, frenagem automática e detector de tráfego cruzado. Além disso, o espaço interno e porta-malas são decentes (432 l).

Peugeot 208: Preço: esse é o problema do 208, mas isso está mudando: a versão Griffe está anunciada no site por R$ 89.990, face os R$ 98.890 de antes. Entretanto, há uma pegadinha: o valor é para modelos 2021. Há apenas uma opção interessante que é cobrada separadamente: sensor de estacionamento dianteiro e vidros um-toque para todos (R$ 1.240), o que não chega a arruinar o valor. Consumo ótimo: 11,5 km/l de média com etanol. O espaço interno e o acesso traseiro não são dos melhores, da mesma maneira que o porta-malas (265 l). Porém, se você abrir mão desses detalhes, pode ser a saída para quem deseja segurança acima da média. O pack de segurança ativa traz assistente de manutenção em faixa, frenagem automática, detector de fadiga, assistente de farol alto, sensores de luz e de chuva e câmera de estacionamento 180 graus (poderia ser 360 graus), além de ar-condicionado digital, central multimídia, painel 3D e faróis de LED.

Toyota Corolla: Foi-se o tempo em que o Corolla GLi era uma escolha e tanto no segmento PCD. O limite baixo de preço logo tirou o Toyota do jogo. Embora a versão básica seja a que tenha maior chance de virar uma configuração voltada a esse mercado, o Corolla XEi seria uma escolha melhor. Vendida por R$ 132.290, a opção não chega a ter o pacote de segurança ativa disponível no Altis Premium (R$ 154.890), mas tem ar-condicionado digital, revestimentos de couro, central multimídia de 8 polegadas, rodas aro 17 e entrada e partida sem chave, fora sete airbags. Seu consumo médio é de 9,4 km/l.

Volkswagen Nivus: O Nivusda tem bom conjunto. O SUV derivado do Polo tem consumo médio de 8,5 km/l. A versão Highline (R$ 112.950) traz a mais que o Nivus Comfortline (R$ 98.550) ar-condicionado digital, painel de LCD, entrada e partida sem chave e bancos de couro, além de controle de cruzeiro adaptativo e frenagem automática. A direção segue o esquema habitual mais durinho da Volkswagen.

Volkswagen Virtus: Embora o carro Virtus da Volkswagen fique devendo alguns itens de segurança presentes nos rivais, exemplo de frenagem automática e detector de ponto cego, o Virtus ainda tem qualidades expressivas e faz elogiáveis 10,6 km/l de média com etanol. O melhor é focar na versão Highline (R$ 109.740), uma vez que a Comfortline (R$ 96 mil) chega a R$ 103.050, quando equipada com o pacote opcional. Os extras vêm de série no top de linha, uma lista que inclui painel LCD, ar-condicionado digital, sensores de estacionamento dianteiros e bancos de couro. Ao contrário do Nivus, não há airbags do tipo cortina.

Atenção! Os carros acima foram indicados pelo Autoesporte, e, de acordo com o site, os preços de São Paulo poderão ser maiores.

Tags:
Flavia Marinho
Engenheira de Produção pós graduada em Engenharia Elétrica e Automação. Experiente na indústria de construção naval onshore e offshore. Entre em contato para sugestão de pauta, divulgação de vagas de emprego ou proposta de publicidade em nosso portal.