Terminal de Gás do Porto do Açu criará 13,5 mil empregos

Terminal de Gás do Porto do Açu criará 13,5 mil empregos

fevereiro 21, 2019 Off Por Renato Oliveira

Evento em Brasília marcou a assinatura do contrato do terminal do Porto do Açu TUP GNA que foi concebido para ser o centralizador do gás produzido nos campos do pré sal, na bacia de Santos

O Porto do Açu que contará com duas usinas termelétricas, acaba de receber mais uma boa notícia, foi assinado na última segunda-feira (18/02), em Brasília, o contrato de adesão do Terminal da Gás Natural Açu (GNA), localizado no município de São João da Barra, no Rio de Janeiro.
O contrato permitirá que o terminal do Porto do Açu (TUP GNA) faça a movimentação de Gás Natural Liquefeito de todo o gás produzido nos campos do pré sal, com o Açu recebendo o gás natural e dando a ele uma solução, processando e transformando-o em produtos.

Conforme declaração do ministro de Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, a assinatura do contrato deve gerar cerca 13,5 mil empregos diretos e indiretos. O contrato visa a construção de um complexo, que envolve o terminal e a construção do maior complexo termelétrico a gás natural da América Latina.

Quando estiver concluído o complexo terá capacidade para movimentar 21 milhões de m³ de gás natural por dia. o Terminal de GNL terá e será o primeiro terminal privado desse tipo no Brasil.
O projeto da GNA é fruto de uma parceria entre as empresas Prumo Logística, a BP e a Siemens, e inclui a construção de um terminal de regaseificação de GNL e a instalação de duas usinas termelétricas com capacidade total de 3 GW, contratadas em leilão de energia em 2014.

O terminal de regaseificação de gás natural liquefeito (GNL) do Porto do Açu e as térmicas de GNA1 (1,3 GW) e GNA2 (1,7 GW) totalizam investimentos da ordem de R$ 8 bilhões até 2023.

Os 13,5 mil empregos

O ministro de Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, fez questão de enaltecer a grandiosidade do empreendimento de iniciativa totalmente privada e a geração de 4 mil empregos diretos e 9,5 mil indiretos.

A previsão é que as duas usinas termelétricas entrem em operação em 2021 e estima-se que a energia produzida será capaz de abastecer 14 milhões de residências.
A partir de 2023, planeja-se construir uma segunda fase, a empresa deve investir mais R$ 8,5 bilhões em mais duas termelétricas e outro terminal portuário.

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