Reativada Comissão de parceria Brasil x China

Volta de comissão anima o mercado
 

A volta do funcionamento de uma comissão entre os dois países fazem governo brasileiro ficar otimista em aumentar as exportações

Parada desde 2004, a Cosban (Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível) vai voltar a atividade. Após um período de desavenças e apreensão entre os governos, a China decidiu por reativar as relações com o Brasil.
Esta reaproximação está sendo costurada pelo embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming, e as autoridades do governo brasileiro de Jair bolsonaro.

A interrupção

A comissão foi criada em 2004 e foi interrompida logo após o impedimento de Dilma Roussef. Isso porque, como a comitiva é presidida pelo vice-primeiro-ministro da China e pelo vice-presidente do Brasil, e o brasil ficou sem vice presidente logo após a passagem de Temmer a presidência, a China não aceitou sugestão do Itamaraty de que o Brasil pudesse ser representado pelo então Ministro das Relações Exteriores, José Serra.

Com a função de tratar de assuntos estratégicos voltados para comércios e investimentos, a comissão já tem data marcada para se reunir, será em junho deste ano, em Pequim.

Vale lembrar que, a China é o maior parceiro comercial do País: só no ano passado, as exportações aos chineses renderam US$ 62,2 bilhões ao Brasil, e as importações US$ 34,7 bilhões.

Como não poderia deixar de ser, o Petróleo, é o produto brasileiro que mais chama atenção do mercado estrangeiro, mas além dele, os combustíveis, o minério de ferro e a soja são outros produtos muito vendido aos chineses.
Para o novo governo brasileiro a reativação da comissão veio em boa hora, pois alinha com o interesse de ampliar o leque de produtos exportados com o fechamento de novos negócios.

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Renato Oliveira

Sobre Renato Oliveira

Engenheiro de Produção com pós-graduação em Fabricação e montagem de tubulações com 30 anos de experiência em inspeção/fabricacão/montagem de tubulações/testes/Planejamento e PCP e comissionamento na construção naval/offshore (conversão de cascos FPSO's e módulos de topsides) nos maiores estaleiros nacionais e 2 anos em estaleiro japonês (Kawasaki) inspecionando e acompanhando técnicas de fabricação e montagem de estruturas/tubulações/outfittings(acabamento avançado) para casco de Drillships