Porto de Santos tem prejuízo de 143 Milhões de reais com falta de berços de atracação

Falta de berços em Santos
 

A Codesp e o Sindamar negociam a liberação de locais de atracação de navios de fertilizantes para evitar prejuízo diário com a espera

Uma reunião entre representantes da Codesp (Companha docas do Estado de São Paulo) e do Sindamar (Sindicato das Agências de Navegação Marítima do Estado de São Paulo) marcou as tratativas de se evitar mais prejuízos com a falta de locais para atracação dos navios de fertilizantes no porto de Santos. A entidade sindical aguarda uma resposta da autoridade portuária e um novo encontro será marcado nos próximos dias.

Prejuízo crescente

O fator de preocupação das agências de navegação é o prejuízo, que já soma R$ 143 Milhões, ou seja, US$ 36,7 milhões, com a demora em liberar locais para estes tipos de navios atracarem. Cada dia de espera custa cerca de U$ 14 mil e a tendência, é aumentar o prejuízo, pois a cada dia chegam novas embarcações no porto de Santos.

Um exemplo bem significativo foi o do navio Panamax Ostria que já está na Barra de Santos e traz 71.300 toneladas de sulfato de amônio, um composto usado como fertilizante no agronegócio. É a maior carga deste tipo já transportada por um navio até o Porto e sua atracação está prevista para o próximo mês, ou seja, serão gastos US$ 280 mil pelo tempo de espera na área de fundeio, quase R$ 1 Milhão.

Face aos prejuízos, o Sindamar solicitou a Codesp a liberação de pelo menos mais 2 berços para atracação de navios trazendo fertilizantes, segundo seu diretor executivo, José Roque, esta ação já amenizaria a situação.
A Codesp declarou que entrou com uma ação de suspensão da liminar que impede a atracação de navios de fertilizantes no Cais do Saboó, pois existe uma sentença original levando em consideração o questionamento de um operador portuário e que o PDZ (Plano de Desenvolvimento e Zoneamento) do Porto de Santos não menciona operações deste tipo na região. No entanto, no momento a operação não é permitida e permanece a atracação somente nos locais originais.

Muitas armadores, cientes das escalas das agências marítimas, estão desistindo de utilizar o Porto de Santos devido a fila de espera para atracação e estão utilizando Paranaguá (PR), Vitória (ES) ou São Francisco do Sul (SC) para suas escalas enquanto não se resolve este impasse.

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Renato Oliveira

Renato Oliveira

Engenheiro de Produção com pós-graduação em Fabricação e montagem de tubulações com 30 anos de experiência em inspeção/fabricacão/montagem de tubulações/testes/Planejamento e PCP e comissionamento na construção naval/offshore (conversão de cascos FPSO's e módulos de topsides) nos maiores estaleiros nacionais e 2 anos em estaleiro japonês (Kawasaki) inspecionando e acompanhando técnicas de fabricação e montagem de estruturas/tubulações/outfittings(acabamento avançado) para casco de Drillships