Petrobras foca em desinvestimentos terrestres e de águas rasas

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Segundo a ANP, Petrobras terá mais tempo para desinvestimentos em operações de campos terrestres e águas rasas no Brasil

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) concedeu recentemente a Petrobras novos prazos para concluir seus desinvestimentos em campos terrestres e de águas rasas, no total de 124 campos em 20 polos.

Alguns deles já foram vendidos e aguardam todas as aprovações regulatórias necessárias. Veja também: Petrobras aumenta preço de gasolina e diesel nas refinarias. A Resolução 568/2018 da ANP determinava que a Petrobras precisava apresentar o plano de desinvestimento de 254 áreas sob sua concessão, no ano passado. Em resposta, a Petrobras disse que 183 áreas seriam incluídas em seu plano de desinvestimentos.

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Segundo a ANP, polos Lagoa Parda, Enchova, Pampo, Ceará Mar, Fazenda Belém, Sergipe Terra 2, Sergipe Terra 3, Miranga, Cricaré, Tucano Sul, Remanso, Rio Ventura e Recôncavo, terão prazo restabelecido até 31 de dezembro deste ano.

Destes, já foram vendidos os polos Lagoa Parda para a Imetame, e Pampo e Enchova para a Trident Energy, já com consentimento do CADE (Conselho Aministrativo de Defesa Econômica).

Entretando, as operações envolvendo os polos Riacho da Forquilha, comprado pela PetroRecôncavo, Macau pela empresa 3R Petroleum, Baúna pela Karoon e Pontal do Mel/Redonda  adquirido pela Central Resources do Brasil, já foram aprovadas pela ANP.

Os polos Sergipe Terra 1, Rio Grande Norte Mar, Sergipe Mar, Merluza, Carapanaúba/Cupiúba, Garoupa e Peroá/Cangoá terão prazo limite de venda até 30 de junho do ano que vem. Por que parcerias e desinvestimentos são importantes para a Petrobras? Saiba mais no site da estatal aqui.

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