Inea concede licença para implantação da 2ª termelétrica no Porto do Açu e 4 mil novos empregos devem ser gerados na região

Inea concede licença para implantação da 2ª termelétrica no Porto do Açu e 4 mil novos empregos devem ser gerados na região do RJ

A UTE GNA II integra o parque termelétrico no Porto do Açu, no RJ, e deverá ter capacidade de 1,3 gigawatts, podendo gerar 4 mil empregos

O governador do estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, assinou ontem (27) a licença de instalação para a segunda usina termelétrica da empresa Gás Natural Açu (GNA) no Porto do Açu. O documento, que foi concedido pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), permitirá o início da construção da nossa segunda térmica no local, a UTE GNA II. A iniciativa promete gerar muitos empregos na região. Aproveita e veja também que profissionais são requisitados no Porto do Açu para demanda de hidráulica e manutenção industrial.

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A UTE GNA II compõe o complexo termelétrico do Porto do Açu que promete ser o maior da América Latina, consistindo em duas usinas termelétricas a gás natural em ciclo combinado, a UTE GNA I, com capacidade de 1,3 GW, e a UTE GNA II, com 1,7 GW de potencial, além de um Terminal de Regaseificação de GNL.

A GNA I deverá ser inaugurada em 2021, já a GNA II é prevista para começar a operar em 2022. As duas juntas produzirão no Porto do Açu energia suficiente para atender aproximadamente 14 milhões de residências, quantidade que é o triplo de vezes maior que a cidade de São Paulo.

“Entregamos uma licença ambiental para uma termelétrica que terá capacidade de geração de energia de meia Itaipu”, informou o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais, Lucas Tristão.

Tristão ainda disse que a instalação da GNA II deverá considerar aspectos com a fauna marítima, envolvendo ações de proteção de tartarugas e recifes de corais. Segundo autoridades presentes na cerimônia, a expectativa é de cerca de R$ 3,2 bilhões em investimentos na usina e serão assegurados 4 mil empregos na região.

“A conquista desta licença é um passo importante para o avanço do nosso projeto estruturante que vai adicionar 3 GW de energia ao Sistema Integrado Nacional, contribuindo para a diversificação da matriz energética no país”, disse o diretor-presidente da GNA, Bernardo Perseke.

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Kelly Angelim

Sobre Kelly Angelim

Engenheira de Petróleo especialista em Eficiência Energética e pós-graduada em Engenharia Civil; Possui experiência em atividades na indústria petrolífera onshore.