A Brasco é a mais nova contratada da francesa Total

Total e Brasco fecham acordo para Lapa

Agora operadora do campo de Lapa, a Total assina contrato com a Brasco que dará apoio logístico ao empreendimento

Parece mesmo que os bons ventos começaram a soprar no mercado offshore, ampliando a sequência de bons negócios fechados nos últimos meses, a Brasco, empresa de bases de apoio offshore do Grupo Wilson Sons, acaba de assinar contrato com a Francesa Total. Será de escopo da Brasco prestar apoio logístico no campo de Lapa, no pré-sal da Bacia de Santos através de sua unidade no Rio de Janeiro, localizada no bairro do Caju, na zona portuária da cidade.

O feito foi bem comemorado pela Brasco, que neste mês de fevereiro completou 4 milhões de homens-horas trabalhadas sem acidentes com afastamento, o que equivale a sete anos de operações.

O bom trabalho da empresa na área de SMS (Saúde, Meio Ambiente e Segurança) foi crucial para o fechamento do contrato, juntamente com a localização estratégica da base no rio de Janeiro e seus cinco berços de atracação.

Relação antiga

O diretor-executivo da Brasco, Gilberto Cardarelli, ressaltou o bom relacionamento com a Total desde 2013 quando prestou serviços no início da campanha de exploração do campo de Xerelete Sul, na Bacia de Campos.

O executivo disse ainda que este novo compromisso vem reforçar a parceria e comprovar a qualidade dos serviços oferecidos pela Brasco, de alto padrão de qualidade e atendendo a expectativa de seus clientes.

Vale lembrar que em janeiro de 2018, a Total depois de adquirir uma participação da Petrobras e ficar com 35%, passou a operar o campo de Lapa.

O consórcio é formado pelas empresas Shell detentora de 30%, a Repsol Sinopec com 25% e Petrobrás que ainda tem 10% do ativo.

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Sobre Renato Oliveira

Engenheiro de Produção com pós-graduação em Fabricação e montagem de tubulações com 30 anos de experiência em inspeção/fabricacão/montagem de tubulações/testes/Planejamento e PCP e comissionamento na construção naval/offshore (conversão de cascos FPSO's e módulos de topsides) nos maiores estaleiros nacionais e 2 anos em estaleiro japonês (Kawasaki) inspecionando e acompanhando técnicas de fabricação e montagem de estruturas/tubulações/outfittings(acabamento avançado) para casco de Drillships